domingo, 2 de março de 2014




Um menino cheio de histórias;
Com tantos comportamentos.
Um infante que aspira glórias;
Imerso nos pensamentos.


De atitudes tão humanas
E falhas repreendidas.
Nas fugas em viagens insanas;
As ideias incompreendidas.


Um menino de alma casta,
Transbordando sua carência,
Numa triste aparência
A quem a tristeza não basta.


Mas há nele um adulto,
Que de aço parece ser feito.
Que admira e cultiva o vulto
De quem guarda dentro do peito.


Um adulto doce e terno
Que veste uma armadura,
Mas de coração fraterno
E olhos de muita candura.


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