sexta-feira, 7 de março de 2014

(Des)tino


O juízo oscila entre debilidade e razão
Com o ronco do medonho,
Que invade a vida e rasga o sonho.

O temporal do medo devora.
Expõe tudo sem demora.
Arranca as lágrimas mais recônditas.

Como um credor o destino nos cobra.
Espreme, deixa dizimado o senso que sobra.
Como um restelo que revira o solo.

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