domingo, 2 de março de 2014

A Borboleta




Bebe o frescor da manhã cristalina.
Saltita de cor em cor pelos canteiros.
"Malmequer, bem-me-quer", na flor pequenina.
Desaparece em meio aos outeiros.

Apetecida, busca seu sustento,
Que está ali, acolá, e é de graça.
Mas não pode voar contra o vento,
Então voa leve tal mínima garça.

Caça petúnias, lírios e cravos.
Saboreia com fome os néctares mascavos.
Sobrevivência! Instinto, Precisão!

Rufla as asas, na elegante missão.
Bebe rosas a borboleta apetecida...
Procura! Voo! Polinização!

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