sábado, 24 de agosto de 2013

Tempo


É, o tempo nos enleva.
O tempo tão soberano,
Que lapida o lado humano,
Que nos liberta da treva,
Que nos ensina sem querer ensinar!
Ele segue ao léu,
Devagar, devagar...
E consegue nos lapidar,
Sem a preocupação de nada arrumar.
Conserta, aprimora e cura
A nossa desventura
De errar...

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