sexta-feira, 7 de junho de 2013

O passarinho





“O pardalzinho nasceu livre.”.
Abateram-no com baladeira, espingarda ou rifle.
“Quebraram-lhe a asa.”
Ou deram-lhe uma prisão;
Nada de casa.
Mágoa, subvida e farelinhos.
Não; não lhe deram carinhos.
Puseram-no num vão.
Então, ele feneceu.
Você acha que alguém o enterrou,
Depois que ele definhou de mansinho?
Ah, o céu é a casa dos passarinhos!
E essa, bandeira,
Bandeira,
Ainda tem quem a defenda;
Mesmo que, muitas vezes, sozinho.

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