domingo, 10 de março de 2013

Alguma rega




De mãos que reguem os jardins
Estão sedentas as flores.
Também os brotos, as plantas, os capins
Desbotam, sedentos, as suas cores.

Na beira de algum caminho;
N’algum canteiro mal cuidado,
O verde espera pela chuva,enfadado.
Por gotas que lhe façam carinho.

E quando a chuva, enfim, cai,
Bailam os canteiros, absorvendo o frescor
Da chuva esperada que do céu se esvai.

Ou quando um bom jardineiro se sensibiliza
Com a sede das  plantas sem rega alguma
E dedicadamente sua sede ameniza.

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