quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Jardineiro




Espalhando as sementes na terra
Volvendo a areia escura
Ele as enterra com muita brandura
E enquanto os olhos cerra
Respira a paz ali em volta
E outra semente na terra solta
Imaginando o surgimento dos pés que agora planta
Aquela visão sempre lhe encanta
Das flores povoando seus canteiros
Onde vêm cantar pássaros festeiros
Onde o Sol matinal sempre se levanta
E o vento dá  flamulando as plantas
Que povoam por ali caminhos inteiros
E que trazem viva a esperança
Na alma nobre do homem jardineiro.

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