quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Que assim seja a paz



Como a fantasiar sobre um tempo remoto, entre rostos e sorrisos coloridos, lembramos o Olimpo, os deuses, a pira, num manifesto fraterno, em que a paz é desejo garrido.
Colorido sim. Cor de nação, de gente, de cultura, emoção. Cor de povo, de elo, de irmão.
Com altivez, luta, união, queremos fazer valer a participação. O belo ato de competir sem jamais achar em vão.
Nossa força vai além da fortaleza de nossos corpos. Ela é sim, estabelecida pela união de nossos esforços.
Que tudo isso seja hoje, traço real, não fantasia, algo próximo, não remoto, daquilo que nos traz mansidão, alegria. Que simbolize o nosso desejo, não lívido, mas garrido, de uma paz verdadeira: branca, roxa, lilás, amarela: de uma paz sempre primeira.
Que em cada coração nosso e alheio, esteja hoje, sempre, uma pira de amor e respeito ao limite,à cultura, à expressão;
do irmão que é amigo, do irmão esquecido, do irmão que é irmão.
Que a explosão seja, hoje, de esperança,liberdade, confiança. E que a paz verdadeira, brote toda mansa, vindoura como uma criança.




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